World Cup Insurance

Noticia.

“Insurer Beazley estimates that the event is insured for more than $10 billion across organizations including stadiums, hospitality firms, TV companies and the clubs.

The 12 stadiums, from Yekaterinburg in the east to St. Petersburg in the north, Kaliningrad in the west and Sochi in the south, are insured for physical damage to a sum of around $1 billion. A further $250 million is for terrorism liability, and $100 million is for active shooter policies.

Demand for active shooter policies, which include attacks using vehicles or knives, has risen compared with Brazil, said Chris Parker, head of political violence, terrorism and kidnap and ransom underwriting at Beazley.

Mr. Lockwood said insurance premiums against terror attacks were less than 0.5% of the sum insured, cheaper than for Sochi. That means for every $1 million of cover, policyholders would be paying $5,000 in premium.

(…)

 

Beazley estimated that the hospitality industry was insured for $500 million against the risk of event cancellation, with a further $150 million of insurance linked to World Cup-related sales promotions.

Ticketing agencies may have insured against a cyber breach, and clubs will likely have bought cover in case of injury and loss of player income.

Organizer FIFA has paid $134 million for insurance for clubs whose players get injured.

Lloyd’s of London estimates that the legs of forwards — the most valuable of all the players — have an average insurable value of more than £19 million ($25.33 million).”

 

Setor segurador em Portugal nas mãos de grupos estrangeiros

in Observador

A Lusitania foi vendida ao grupo chinês CEFC. Antes tinha sido a Fidelidade aos também chineses da Fosun e a Tranquilidade e a Açoreana aos americanos da Apollo.

Em menos de 3 anos deixámos de ter seguradoras portuguesas.

Ao nível do mercado e ultrapassada a fase de turbulência das aquisições, nota-se um maior dinamismo e ambição das seguradoras, maior eficiência e inovação ao nível das soluções e procedimentos. Ponto positivo a curto prazo.

A preocupação a médio prazo poderá passar pelo interesse destes grupos em apoiarem as pequenas e grandes empresas portuguesas que se aventuram pelo mundo e na necessidade de arriscar em alguns projetos sem ter a certeza do sucesso. Se antes algumas seguradoras estavam alavancadas pela operação dos grupos bancários, atualmente se ajustarmos simplesmente  os seguros ao risco poderá tornar mais difícil e mais caro para as empresas portuguesas inovarem por caminhos nunca antes navegados. Qual o impacto na nossa economia a longo prazo?

Uber alvo de ataques cibernético

A Uber pagou 100 mil dólares aos hackers.

Se uma empresa que vive à base da tecnologia é atacada a questão que devemos fazer é quando é que as outras foram ou irão ser atacadas. Acho muito que o RGPD (ver último post) crie procedimentos e barreiras para que a informação das pessoas seja tratada por estas empresas com cuidado e responsabilidade.

Até agora o principal incomodo tem sido sermos abordados por telemarketing ou ver os nossos “likes” circular pela internet como quando vou ao ebay e me aparece como sugestão uma coisa que vi num site de motas…

Mas vamos passar para uma nova era. Se o consumidor não se queixa, então a UE vai forçá-lo a queixar-se. E vão surgir novas oportunidades para os escritórios de advogados desenvolverem o seu negócio. Imaginem qual será o fee de representar 50 milhões de clientes…

Ensaios clínicos, essenciais no desenvolvimento de novos medicamentos

fonte: http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/convidados/interior/ensaios-clinicos-essenciais-no-desenvolvimento-de-novos-medicamentos-5198149.html

A 20 de maio de 1747, o médico da marinha britânica James Lind conduziu aquele que é hoje reconhecido como o primeiro ensaio clínico da história. O estudo, realizado num grupo de marinheiros que sofriam de escorbuto, permitiu registar pela primeira vez os efeitos positivos da vitamina C num grupo de indivíduos a quem foi administrado sumo de limão. O cirurgião, ao realizar o primeiro estudo comparativo em condições experimentais controladas, constituiu a base para os princípios de investigação clínica e para a inovação terapêutica em saúde.

Inspirados por este ato de audácia e de conquista de ganhos em saúde, devemos renovar, enquanto país, a ambição de ir mais longe no campo da inovação em saúde.

Infelizmente, existe um desconhecimento generalizado em relação à realização de ensaios clínicos. No entanto, sem estes estudos, peça essencial no desenvolvimento de novos medicamentos, paralisaríamos o progresso do conhecimento científico e a inovação em saúde, comprometendo a evolução positiva na sobrevivência e na qualidade de vida de todos nós.

Importa salientar que a condução de estudos clínicos obedece a regras muito claras e rigorosas, reduzindo o risco inerente ao desenvolvimento de medicamentos experimentais, e salvaguardando a segurança dos participantes.

A indústria farmacêutica é a principal fonte de inovação na investigação e no desenvolvimento de novas terapêuticas e como tal responsável por grande parte dos ensaios clínicos promovidos a nível mundial.

A Apifarma defende o valor da investigação clínica para os doentes e para a sociedade e acredita na importância de ações que contribuam para uma maior literacia nesta área. Nesse âmbito, disponibilizou no seu website um conjunto de vídeos dedicados a explicar e a simplificar alguns conceitos em relação ao tema.

Além do benefício para os doentes, os ensaios clínicos permitem produzir conhecimento essencial ao progresso da prática clínica, contribuem para o reforço das qualificações dos profissionais de saúde e, em última análise, para a melhoria dos cuidados assistenciais.

Adicionalmente, uma cultura sólida de investigação clínica a nível nacional poderá aumentar a qualidade e a visibilidade da ciência produzida em Portugal e simultaneamente contribuir para a economia do conhecimento no nosso país.

Por tudo isto, o Dia Internacional dos Ensaios Clínicos, assinalado no passado dia 20 de maio, constitui um momento para reafirmar, enquanto país, o nosso compromisso com a investigação e com a inovação em saúde e reconhecer todos os seus contributos para o progresso científico e a melhoria da nossa saúde.

Vice-presidente da Apifarma

Edinburgh Festival 2013: Leonardo da Vinci: The Mechanics of Man, review

We can pinpoint the emergence of Leonardo da Vinci’s interest in human anatomy with some accuracy. It was at the end of the 1480s, when he was working for Ludovico Maria Sforza, the swarthy ruler of Milan. One day Leonardo sat down and inscribed the top of a sheet of paper using his idiosyncratic right-to-left mirror writing with the words, “On the 2nd day of April 1489”, adding later: “Book entitled On the Human Figure”.

As a new exhibition of his anatomical studies at the Queen’s Gallery at the Palace of Holyroodhouse in Edinburgh suggests, though, it would be another two decades before he really hit his stride.
In 1489, Leonardo was still in his thirties, a brilliant painter who, in the years that followed, also undertook miscellaneous work for Ludovico, such as building canals. He executed a series of breathtaking studies of a human skull that presented every bony bump, nodule and cranial kink with such crystal-clear precision that they must have been based upon direct observation. But he didn’t have sufficient clout to secure access to the corpses he needed to take his studies further.

By 1507, though, when he was in his mid-fifties, he was universally respected as one of the most famous artists in Europe. As a result he experienced less difficulty in getting hold of what he required. That winter, he dissected the corpse of an old man who had died before his eyes in the hospital of Santa Maria Nuova in Florence. By the time of his own death in 1519, Leonardo had sliced into and examined more than 30 human cadavers.

His greatest flurry of activity in this sphere occurred during the winter of 1510-11, when it seems that Leonardo was working in collaboration with a young professor of anatomy called Marcantonio della Torre at the university of Pavia, 20 miles south of Milan. The 18 sheets that he compiled during the months they worked together represent the most sustained and systematic foray into anatomy in his career, when his long-held dream of publishing a groundbreaking treatise on the human figure came tantalisingly close to being realised. Known collectively as the Anatomical Manuscript A, these sheets contain more than 240 individual drawings and over 13,000 words of notes. They are now in the Royal Collection, and form the backbone of the new exhibition at the Queen’s Gallery.

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It is only a year, of course, since Leonardo da Vinci: Anatomist, a magnificent exhibition at the Queen’s Gallery at Buckingham Palace that showcased the full breadth of around 200 sheets of anatomical studies by Leonardo in the Royal Collection. Inevitably, the new exhibition, also curated by Martin Clayton, feels less significant. While it sets Anatomical Manuscript A in context by providing a handful of representative sheets from earlier and later in Leonardo’s career, including one of the famous 1489 drawings of a sectioned skull, it does not offer a comprehensive overview of his activities as an anatomist.

What it does do, though, which last year’s exhibition did not, is juxtapose Leonardo’s anatomical investigations from 1510-11 with state-of-the-art modern medical technology such as CT and MRI scans and 3D films. In doing so, it not only encourages us to consider how farsighted Leonardo’s drawings were, but also brings us closer to his mindset when he made them.

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His sheet recording the bones and muscles of the arm provides a good example. This page, which meticulously presents the different components of the forearm, including the radius and ulna bones and the biceps, is shown alongside an animation that demonstrates how the muscles contract and relax in order to make the arm flex and rotate. Comparing the two, we realise that Leonardo was not interested simply in recording what he saw. He also wanted to understand how the nuts and bolts of our bodies actually function.

For this reason, his page devoted to the forearm offers not just one or two drawings but an entire sequence, so that the bones and muscles seem to swivel and tauten before our eyes – just as the pages of a flipbook cumulatively provide the impression of movement. Leonardo correctly concluded that as well as flexing the arm at the elbow the biceps rotates the palm upwards and downwards. This would not be observed again for more than two centuries.

The exhibition is full of sophisticated techniques like this that were designed to enhance our understanding of how human bodies work, and not just how they appear internally. At first glance, with their tangled tendons and masses of muscle, Leonardo’s dispassionate pen-and-ink studies can appear like aerial photographs of motorway spaghetti junctions. But compared with the blood-and-guts chaos of the human body, in which everything is crushed up against each other, they are models of clarity and insight – as the accompanying medical imagery makes plain.

In some instances, Leonardo’s presentation of information is arguably crisper and more lucid than the modern-day animations alongside which they appear: his study of the lower leg, for example, is more straightforward to understand than the complex model of a lower leg assembled using computed tomography (CT) on a nearby screen.

In 1510-11, then, Leonardo found a solution to a problem still faced by anatomists today: how best to present discoveries gleaned during messy dissection. His understanding of functional anatomy was unique during the Renaissance. Had he published his treatise on the human figure, he would surely be ranked among the greatest scientists of all time. the telegraph

http://www.royalcollection.org.uk/visit/queensgalleryedinburgh

Seguros em Portugal

Salta à atenção que o total do mês de Setembro de 2012, da tabela da imagem abaixo, está claramente incorrecto.

De notar uma quebra forte nos ramos de Acidentes de Trabalho e Automóvel, mais directamente associados à situação económica do país. Sobe o seguro de Saúde, talvez mais relacionado com a situação política do país e a imprevisibilidade cada vez maior do sistema publico de cuidados de saúde, mas também pelo facto de ser um seguro com maior margem de penetração em Portugal.

Ficamos na expectativa de saber como fechará 2012, sobretudo em Acidentes de Trabalho, considerando um racio de sinistralidade de 98%.

20121211-222216.jpg jornal OJE, 11 de Dezembro de 2012