Setor segurador em Portugal nas mãos de grupos estrangeiros

in Observador

A Lusitania foi vendida ao grupo chinês CEFC. Antes tinha sido a Fidelidade aos também chineses da Fosun e a Tranquilidade e a Açoreana aos americanos da Apollo.

Em menos de 3 anos deixámos de ter seguradoras portuguesas.

Ao nível do mercado e ultrapassada a fase de turbulência das aquisições, nota-se um maior dinamismo e ambição das seguradoras, maior eficiência e inovação ao nível das soluções e procedimentos. Ponto positivo a curto prazo.

A preocupação a médio prazo poderá passar pelo interesse destes grupos em apoiarem as pequenas e grandes empresas portuguesas que se aventuram pelo mundo e na necessidade de arriscar em alguns projetos sem ter a certeza do sucesso. Se antes algumas seguradoras estavam alavancadas pela operação dos grupos bancários, atualmente se ajustarmos simplesmente  os seguros ao risco poderá tornar mais difícil e mais caro para as empresas portuguesas inovarem por caminhos nunca antes navegados. Qual o impacto na nossa economia a longo prazo?

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